Revista Chilena de Derecho del Trabajo y de la Seguridad Social
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<p>La Revista Chilena de Derecho del Trabajo y de la Seguridad Social es una publicación semestral del Departamento de Derecho del Trabajo y de la Seguridad Social de la Facultad de Derecho de la Universidad de Chile que tiene por objetivo el análisis dogmático y científico de las instituciones jurídico laborales y de seguridad social tanto nacionales como de derecho comparado y sus principales efectos en las sociedades en las que rigen.</p>Universidad de Chile. Facultad de Derechoes-ESRevista Chilena de Derecho del Trabajo y de la Seguridad Social0719-0093<div id="copyrightNotice"> <p>El envío y evaluación de los manuscritos recibidos supone que el o los autores declaran ser titulares originarios y exclusivos de los derechos patrimoniales y morales de autor sobre el artículo, de conformidad a lo dispuesto en la ley 17.336 sobre Propiedad Intelectual (Chile) y que, en caso de haber utilizado obras ajenas en la creación del artículo, ya sea de manera total o parcial, declaran contar con las respectivas autorizaciones o licencias de uso de sus respectivos titulares o que su utilización se encuentra expresamente amparada por la ley.<br>El autor libera expresamente de cualquier responsabilidad ulterior al Departamento de Derecho del Trabajo y de la Seguridad Social de la Facultad de Derecho de la Universidad de Chile, por cualquier infracción legal, reglamentaria o contractual que eventualmente cometa o hubiere cometido en relación a la obra, obligándose a repararle todo perjuicio que resultare de la infracción de éstos u otros derechos.<br>El autor autoriza al Departamento de Derecho del Trabajo y de la Seguridad Social de la Facultad de Derecho de la Universidad de Chile, para que, por sí o a través de terceros autorizados expresamente por éste, ejerza los derechos que se precisan a continuación, respecto del artículo enviado:<br>Publicación, edición, reproducción, adaptación, distribución y venta de los ejemplares reproducidos, incluyendo la puesta a disposición del público en línea por medios electrónicos o digitales, del artículo, en idioma español, portugués o inglés, en todo territorio conocido, sea o no de habla castellana, y para todo tipo de edición impresa en papel y electrónica o digital, mediante su inclusión en la Revista Chilena de Derecho del Trabajo y de la Seguridad Social u otra publicación que edite el Departamento de Derecho del Trabajo y de la Seguridad Social.<br>La presente autorización se confiere en carácter no exclusivo, gratuita, indefinida, perpetua y no revocable, mientras subsistan los derechos correspondientes y, libera al Departamento de Derecho del Trabajo y de la Seguridad Social de la Facultad de Derecho de la Universidad de Chile, de cualquier pago o remuneración por el ejercicio de los derechos antes mencionados.<br>Los autores conservan sus derechos de autor sobre sus obras, pudiendo reutilizarlas según decidan.</p> </div> <div id="privacyStatement"> <h3>Declaración de privacidad</h3> <p>Los nombres y direcciones de correo electronico introducidos en la Revista Chilena de Derecho del Trabajo y de la Seguridad Social se usarán exclusivamente para los fines declarados por esta revista y no estarán disponibles para ningún otro propósito y/o persona.</p> </div>Novas tecnologias e relações laborais transnacionais: Vulnerabilidade e precariedade
https://revistatrabajo.uchile.cl/index.php/RDTSS/article/view/78857
<p class="ResumenPortugus"><span lang="PT-BR">Este estudo busca analisar os impactos do teletrabalho transnacional nas condições de vida e trabalho dos trabalhadores e das trabalhadoras. A hipótese sugere que, embora essa modalidade de trabalho amplie as oportunidades profissionais, ela intensifica a competição global por vagas, resultando em maior vulnerabilidade e precarização das condições laborais. A pesquisa justifica-se pela relevância de compreender os desafios impostos pela digitalização e globalização do trabalho, oferecendo subsídios para políticas que mitiguem a precarização. Metodologicamente, adotou-se como abordagem a sociologia jurídica e, como técnicas de pesquisa, a revisão bibliográfica e a análise documental. Os resultados confirmam a hipótese ao demonstrar que o teletrabalho transnacional amplia a concorrência e, consequentemente, acentua a vulnerabilidade das trabalhadoras e dos trabalhadores, precarizando suas condições laborais e de vida.</span></p>Cleber Lúcio de AlmeidaDiego Frizeira Vaz de Souza e SilvaLaryssa Cândida
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2025-12-272025-12-27163211610.5354/0719-7551.2025.78857A liberdade sindical como direito fundamental: Breve análise dos modelos brasileiro e espanhol
https://revistatrabajo.uchile.cl/index.php/RDTSS/article/view/79054
<p>Este artigo tem como objetivo analisar a liberdade sindical como direito fundamental e humano, a partir de uma abordagem comparativa entre os modelos brasileiro e espanhol, com base na Convenção 87 da Organização Internacional do Trabalho. Utiliza-se o método dedutivo, com pesquisa bibliográfica e documental. Inicialmente, aborda-se o conceito de liberdade sindical e seus fundamentos filosóficos e jurídicos, destacando sua previsão em tratados internacionais como a Declaração Universal dos Direitos Humanos e os Pactos Internacionais da Organização das Nações Unidas, o que reforça seu caráter universal e supranacional. Na sequência, examina-se o modelo sindical brasileiro, que, embora reconheça formalmente a liberdade sindical na Constituição Federal de 1988, mantém práticas como a unicidade sindical e o enquadramento compulsório, incompatíveis com os padrões da Organização Internacional do Trabalho. Tais elementos comprometem as liberdades coletivas e individuais dos trabalhadores, limitando a criação de sindicatos e a liberdade de associação. Por outro lado, o modelo espanhol, após o fim do regime franquista, promoveu reformas que garantiram a plena liberdade sindical. A Constituição de 1978, aliada à Lei Orgânica 11 de 1985, assegura autonomia, pluralidade e livre filiação sindical, em consonância com a Convenção 87. Conclui-se que o Brasil ainda apresenta entraves estruturais que inviabilizam sua adesão à convenção, ao passo que a experiência espanhola demonstra ser viável a adoção de um modelo sindical livre e democrático, essencial ao fortalecimento das relações de trabalho e da cidadania.</p>Gilberto StürmerDiogo Antonio Pereira Miranda
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2025-12-272025-12-271632174210.5354/0719-7551.2025.79054A justiciabilidade dos direitos humanos do trabalho: Fundamentos críticos e projeções hermenêuticas
https://revistatrabajo.uchile.cl/index.php/RDTSS/article/view/79681
<p class="ResumenPortugus"><span lang="PT-BR">Este artigo investiga a justiciabilidade dos direitos humanos do trabalho a partir de uma abordagem crítica, fundada na teoria crítica do direito e na teoria crítica dos direitos humanos, segundo Herrera Flores, com vistas a afirmar sua fundamentabilidade superior e apontar caminhos para a atualização do processo do trabalho conforme os tratados internacionais de direitos humanos. Analisam-se a centralidade da proteção judicial efetiva, o acesso à justiça amplo e o direito a um recurso simples, rápido, efetivo e gratuito como condições materiais de concretização dos direitos econômicos, sociais e culturais, conforme a Declaração Universal dos Direitos Humanos, o Pacto Internacional dos Direitos Civis e Políticos, o Pacto Internacional dos Direitos Econômicos, Sociais e Culturais e a Convenção Americana sobre Direitos Humanos.</span></p>Marcelo José Ferlin D’AmbrosoRosane Teresinha Carvalho Porto
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2025-12-272025-12-271632435610.5354/0719-7551.2025.79681Los «hiperconectados» frente a un Estado cómplice: Un análisis del caso ecuatoriano
https://revistatrabajo.uchile.cl/index.php/RDTSS/article/view/80040
<p class="ResumenEspaol"><span lang="ES">Las relaciones laborales han cambiado; la innovación tecnológica es el presente. No obstante, situaciones como la invisibilización de los riesgos psicosociales o la dificultad para conciliar la vida personal y profesional no muestran ningún avance en la práctica. La presente investigación pondrá de manifiesto la realidad actual de Ecuador con respecto al teletrabajo, concretamente la incorrecta regulación del derecho a la desconexión digital en el Acuerdo Ministerial MDT-2022-237 y cómo este vulnera los principios de progresividad y de jerarquía normativa, lo que demuestra la escasa importancia de los derechos laborales en pleno siglo XXI a pesar de ser un Estado constitucional. En conclusión, ni la normativa laboral ni la de la seguridad social muestran una adaptación a la realidad actual.</span></p>María Claudia Sánchez Vera
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2025-12-272025-12-271632577810.5354/0719-7551.2025.80040Do dano à vida de relação na era do burnout: Análise da responsabilidade civil pelo dano biológico decorrente de doença ocupacional
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<p>A quarta Revolução Industrial intensifica a precarização laboral, elevando exponencialmente os casos de síndrome de burnout. Este artigo examina a responsabilidade civil patronal pelo esgotamento como dano biológico, especificamente dano à vida de relação, no ordenamento brasileiro. Mediante análise dedutiva, bibliográfica e jurisprudencial, investiga-se a origem italiana do dano biológico, sua recepção lusitana e aplicação incipiente no Brasil. Sobre isso, o Superior Tribunal de Justiça trata o dano biológico predominantemente como extrapatrimonial, enquanto o Tribunal Superior do Trabalho reconhece consistentemente a responsabilidade civil patronal pelas doenças ocupacionais. Persiste controvérsia sobre a natureza objetiva ou subjetiva da responsabilidade e o impacto das concausas. Conclui-se que a existência de concausas, em regra, não elide o dever de indenizar, mas influencia na quantificação da reparação.</p>André Dias FernandesIgor da Silva Gomes
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2025-12-272025-12-2716328111010.5354/0719-7551.2025.79275La regulación española del teletrabajo y el derecho a la desconexión digital
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<p>La implantación del teletrabajo en el entorno laboral español, impulsada por la digitalización, plantea importantes desafíos jurídicos. Estos desafíos giran en torno al equilibrio entre las facultades de control de la empresa y la protección de los derechos fundamentales de los trabajadores, como la intimidad, el descanso y la desconexión digital. El teletrabajo también está relacionado con la conciliación de la vida familiar y laboral, tal y como se establece en el artículo 34.8 del Estatuto de los Trabajadores y en la Ley 10/2021. No obstante, la jurisprudencia presenta criterios dispares, lo que refleja la complejidad de estas situaciones. El derecho a la desconexión digital es un pilar esencial que permite a los empleados no ser contactados fuera del horario laboral. Este derecho, amparado por el artículo 18.4 de la Constitución, la Ley Orgánica 3/2018 y el artículo 20.bis del Estatuto de los Trabajadores, requiere una regulación más detallada y una cultura empresarial que garantice su aplicación efectiva.</p>José Miguel Sánchez Bartolomé
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2025-12-272025-12-27163211113710.5354/0719-7551.2025.80217Naturaleza jurídica laboral de la prestación de servicios de los repartidores de PedidosYa
https://revistatrabajo.uchile.cl/index.php/RDTSS/article/view/80132
<p>En este artículo se analiza, mediante una metodología cualitativa, la naturaleza jurídica de la prestación de servicios realizada por los repartidores (también conocidos como riders) a través de la aplicación o plataforma digital PedidosYa, y sus consecuencias en el ámbito jurídico-social, conforme a la doctrina y jurisprudencia nacional e internacional. Se determina que dicha prestación es de naturaleza laboral y no civil o comercial. En la práctica, se estaría incurriendo en un encubrimiento de la relación laboral y en un fraude de ley en la modalidad de contratación utilizada, según la Constitución Política del Perú de 1993 y el Decreto Supremo 003-97-TR.</p>Denis Jesus Linares Tuñoque
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2025-12-272025-12-27163213916510.5354/0719-7551.2025.80132