Este estudo busca analisar os impactos do teletrabalho transnacional nas condições de vida e trabalho dos trabalhadores e das trabalhadoras. A hipótese sugere que, embora essa modalidade de trabalho amplie as oportunidades profissionais, ela intensifica a competição global por vagas, resultando em maior vulnerabilidade e precarização das condições laborais. A pesquisa justifica-se pela relevância de compreender os desafios impostos pela digitalização e globalização do trabalho, oferecendo subsídios para políticas que mitiguem a precarização. Metodologicamente, adotou-se como abordagem a sociologia jurídica e, como técnicas de pesquisa, a revisão bibliográfica e a análise documental. Os resultados confirmam a hipótese ao demonstrar que o teletrabalho transnacional amplia a concorrência e, consequentemente, acentua a vulnerabilidade das trabalhadoras e dos trabalhadores, precarizando suas condições laborais e de vida.